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Vendedora diz que se sentiu humilhada ao procurar atendimento nos postos de saúde de Patos

Rildenice Lucena foi em quatro postos de saúde até conseguir atendimento

A vendedora autônoma Rildenice Lucena fez um desabafo nas redes sociais, dizendo que se sentiu humilhada ao tentar se consultar nas unidades de saúde municipais. Primeiro ela tentou no Posto Walter Ayres, no Noé Trajano, onde ela mora,  e a atendente, segundo ela, falou que não tinha médico, porque era o dia da folga dele.

Em seguida ela foi para o Posto Rita Palmeira, no Belo Horizonte, às 15 horas, e a atendente disse que o médico já tinha ido embora.

Em seguida ela foi à Secretaria de Saúde, na Brasília, e uma funcionária falou que o atendimento lá era até às 14 horas. Chateada, ela disse que ia levar a questão à imprensa, pois o expediente deveria ser até às 17 horas, segundo ela.

Ele fez uma quarta tentativa, dessa vez no Posto Aderban Martins, no bairro Jardim Lacerda. Chegando lá a atendente falou que não tinha mais vaga para atendimento.

Rildenice não aguentou a humilhação de penar entre um posto e outro, e desabou no choro.

As funcionárias, ao verem a vendedora em em prantos, pediram para que ela aguardasse e conseguiram fazer com que Rildenice fosse atendida pelo médico Daniel Facundo. “E foi assim que eu fui atendida, depois de muito andar e sofrer humilhação. O médico que me atendeu é excelente, mas eu me pergunto: se a pessoa aqui em Patos quiser ser atendida num posto de saúde precisa mesmo passar por toda essa humilhação?

Folha Patoense

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