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Apresentando Patos aos turistas: Conheça o Parque Religioso Cruz da Menina

A Folha Patoense está  publicando matérias sobre Patos (cultura, artesanato, culinária, pontos turísticos etc) para apresentar um pouco da nossa cidade aos turistas que estão para chegar para o São João.

No primeiro texto dessa série, intitulada “Apresentando Patos aos turistas”, destacamos o Restaurante Maria do Bode, uma referência da culinária regional, e agora divulgamos a Cruz da Menina, nosso principal ponto turístico.

 

O texto abaixo foi publicado no G1 PB no dia 22/04/2015.

 

Cruz da Menina, no Sertão da Paraíba, é local de oração e promessas 

 

Milhares de fieis visitam por mês o Parque Religioso Cruz da Menina que fica às margens da BR-230 na cidade de Patos, para fazer promessas, agradecer por graças alcançadas ou apenas visitação. O local recebe turistas de diversos lugares do Brasil por ser tratado como local sagrado.

No parque há uma capela, um altar ao pé da cruz, a sala das velas, a sala dos milagres, lanchonetes e lojas de artigos religiosos. Para a fiel Maria da Paz, da cidade de São José do Egito, a 60 quilômetros de Patos, o local é de fé. “A visita é para rezar e pedir pela minha saúde, da minha família e ajuda para outros problemas”, disse.

O parque é aberto todos os dias. De segunda-feira a sábado, o horário de funcionamento é das 5h às 18h. No domingo, o local é aberto a partir das 5h e só fecha às 19h após a missa, que é realizada todos os domingos às 6h e às 17h.

De acordo com a administração do parque, o maior fluxo de turistas acontece nos finais de semana, nos feriados religiosos e também de outubro a fevereiro, quando acontece a romaria para o Juazeiro do Norte e a Cruz da Menina vira ponto de parada.
História

A história do parque começou no ano de 1929, segundo populares. No dia 13 de outubro de 1923 foi encontrado os restos de uma menina chamada Francisca, que foi brutalmente assassinada. Uma cruz foi colocada no local para indicar o caso e a partir daí pessoas paravam para rezar pela alma da garota.

A tradição popular conta que tempos depois um agricultor chamado José Justino do Nascimento fez orações a Deus por intermédio da menina por causa da seca que assolava a região na época. Logo depois ele cavou uma cacimba que tinha água suficiente para salvar seu rebanho. Por causa disso, ele resolveu construir uma capela em memória da menina, que foi inaugurada no dia 25 de abril de 1929.

G1 PB  

 

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