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Secretário de Meio Ambiente de Coremas denuncia obras paradas no complexo Coremas-Mãe D’água

Em maio de 2017 o Ministério da Integração Nacional, através do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), num investimento na ordem de R$ 16,27 milhões, começou a fazer  serviços de recuperação e modernização das barragens Coremas e Mãe D’Água, no Sertão da Paraíba.

Em novembro as obras foram paradas sob a alegação de falta de recursos, provocando preocupação na população, uma vez que o período chuvoso se aproxima.

As obras foram retomadas e recentemente, poucos dias depois do carnaval, foram paradas novamente. A empresa licitada para as obras é a QG Construções e Engenharia Limitada.

O secretário de Meio Ambiente, Pesca e Recursos Hídricos de Coremas José Albertino tem feito cobranças às instituições de gestão das águas no sentido de que  os serviços sejam continuados e ele questiona a qualidade dos serviços já feitos no Açude de Coremas.

Albertino contatou o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica Piancó-Coremas-Açu, Procópio Lucena, e cobrou uma atitude enérgica por parte do Comitê.

Segundo o secretário o serviço feito até agora foi de má qualidade. “ Começaram logo errado. Era para primeiro ter sido feito  os serviços na parte interna da parede, para só depois fazer a parte externa, mas eles inverteram”, disse o secretário. Outro erro, segundo ele, foi a destruição de parede auxiliar para se colocar pedras na parte externa, servindo apenas para a proliferação de insetos.

O secretário quer que o Comitê cobre uma atitude por parte das autoridades. Em resposta a Albertino o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica Piancó-Piranhas-Açu disse que vai levar a reclamação dele para a diretoria e uma análise será feita junto à ANA e ao DNOCS.

Albertino fez várias fotos (veja abaixo) da situação que, segundo ele é caótica, e divulgou nas redes sociais. Ele disse que talvez se faça necessária uma audiência ampliada na Câmara de Vereadores de Coremas para se debater o assunto de forma técnica.

O secretário disse também que as águas que escorrem na parede do açude infiltra nas rachaduras e passa pôr baixo das placas e que a ordem de serviço incluía também que fossem feitos esses reparos. “Acho que a gente precisa se mobilizar, porque o Açude de Coremas é um patrimônio para todos nós e as obras que estavam sendo feitas foram paradas, então é preciso retomar os serviços e ainda debater aspectos técnicos em relação ao que já foi feito.

Folha Patoense – folhapatoense@gmail.com

Fotos: José Albertino

 

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