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Primeiro encontro da família de Pedro Candeia e Dizinha acontece em Quixaba

Realizou-se na Quixaba o primeiro encontro da família de Pedro Candeia e Dizinha – Por Luiz Gonzaga Lima de Morais

Muito interessante esta ideia do meu primo Ailton Candeia de Lima, realizada neste sábado 28/12, com a participação da numerosa descendência de Pedro Candeia e Dizinha. Ailton é engenheiro eletricista, radicado há muitos anos na cidade de Juazeiro (BA) onde foi inclusive secretário na administração municipal, mas é muito ligado na história da família, tanto do lado dos Candeia, como do lado dos Paca e Félix, famílias às quais também pertencemos.

Pedro Candeia era agropecuarista e comerciante, tendo explorado durante muito tempo uma bodega na Gabriela, um dos bairros da Quixaba, vindo depois se estabelecer com uma bodega em frente ao Hospital Regional, onde ficou muito conhecido na cidade de Patos.

Morou inicialmente na Gabriela, mas depois construiu uma casa no Alto, outro setor da Quixaba, próximo à Igreja de São Francisco. Pedro era irmão de Manoel Candeia, pai de Dr. Alcides Candeia, prefeito de Quixaba várias vezes e que praticamente construiu a Quixaba de hoje. Pedro Candeia foi também prefeito da Quixaba, numa época em que os prefeitos tinham pouco dinheiro para investir na cidade, mas tinham vergonha suficiente e investiam honestamente o pouco dinheiro de que dispunham.

Casado com minha tia Joaquina Lima de Oliveira, tia Dizinha, do enlace nasceram treze filhos (Agenor, Arnaldo, Aderson, Pio e Almira (já falecidos), Almida, Avani, Aviano, Aldo, Ailton, Auzenir, Albanete e Albaniza) que deram origem à numerosa família que se reuniu neste sábado na Quixaba. Hoje seus filhos e descendentes estão espalhados pelo Brasil afora, exercendo as mais diversas atividades, mas mantém o sentido de união que receberam de Pedro e Dizinha e que foi crucial para a realização deste encontro.

Parabéns a Ailton e todos os que se empenharam na realização do encontro. É uma ideia muito feliz que algumas famílias da região têm posto em prática, embora poucas sejam tão numerosas quanto a de Pedro e Dizinha.

Além de meu tio afim, Pedro Candeia era meu padrinho de crisma, motivo da estreita ligação que sempre mantive com os primos Candeia. Aliás, além destes primos legítimos e sua descendência, temos na Quixaba outros primos, em um grau um pouco mais afastados que são os filhos e descendentes de Janúncio Candeia e Ambrosina, esta prima legítima de tia Dizinha e de minha mãe.

Meus laços com a Quixaba vêm de longa data. Em 1952, com sete anos de idade, morei durante sete meses na Quixaba, na mesma Gabriela onde nasceram muitos dos meus primos, enquanto meu pai “tomava conta” da mesma bodega que depois Cícero Sulpino, outro grande amigo nosso, vendeu a Pedro Candeia. Ali conheci muitos cidadãos que fizeram a história de Quixaba, terra em que minha mãe nasceu, se criou e foi professora de primeiras letras, antes de casar com meu pai. Entre os alunos dela, esteve o futuro prefeito Dr. Alcides Candeia.

Dos meus amigos de infância na Quixaba, ainda restam Adauto e Alberto Sulpino (depois alunos meus no Colégio Estadual em Patos) e Teleco, da numerosa família Gabriel. Já viraram saudade Zireton e Antônio de Mané Candeia, entre outros.

Um abraço para a numerosa descendência de Pedro Candeia e Dizinha e que o encontro se torne um evento permanente a cada ano.

Revista da Semana

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