Início Humor Divirta-se com as histórias engraçadas de Beatriz (Federal)

Divirta-se com as histórias engraçadas de Beatriz (Federal)

Beatriz "Federal" (Foto: arquivo Folha Patoense)

Em Patos não existe quem não conheça a senhora Maria Beatriz, popularmente chamada de “Federal”, de 76 anos.

“Federal” mora hoje no Conjunto dos Sapateiros, em Patos, e há muitos anos perambula quase todos os dias pelo centro da cidade de Patos, onde pede dinheiro às pessoas e se tornou querida onde chega. Embora às vezes se revele meio mal-humorada, quase sempre ela é falante e muito divertida e sua presença em algum lugar é sempre motivo de brincadeiras.

Um costume dela é dizer que as pessoas são bonitas, principalmente os homens. Ele vê um homem e diz: “Oh homem bonito”, “Oh homem lindo”, e depois pede um real.

Essa frase já é conhecida em Patos: “Oh homem bonito, agora me dê um real”.

Existem algumas histórias engraçadas envolvendo a “Federal”. Não sabemos se são verdadeiras ou até onde são verdadeira porque, a exemplo do que acontece com Seu Lunga e Seu Pombal, a criatividade das pessoas aumenta as façanhas desses personagens.

Conheça algumas dessas histórias que se contam por aí:

“Federal vê um homem e diz:

— “Oh homem bonito”.

A esposa do homem responde:

— “Se a senhora fosse jovem a gente iria brigar agora”.

“Federal” respondeu:

— “Brigava nada. Se eu fosse jovem eu lá ia achar  essa ‘trambei’ bonito”.

***

Diálogo entre “Federal” e um homem numa loteria:

— “Oh homem bonito”.

— “Obrigado”.

— “Agora me dê um real”.

— “Não tenho!”

— “Eu deixo fiado. Na próxima você me paga.”

***

Uma mãe passava com sua criança e a popular Beatriz brinca com a criança que, assustada, começa a chorar, e ela diz:

— “Você com uma mãe feia dessa e vem se assustar comigo?”

***

“Federal” encontra um político e pergunta:

— “Você ganhou ou perdeu a eleição?”

— “Perdi.”

— “E agora, como é que você vai roubar?”

***

“Federal” encontra uma mulher pedindo dinheiro numa loteria, e diz:

— “Procure outro lugar que aqui é o meu ponto, mas se quiser ficar eu só cobro a metade do apurado”.

 

Folha Patoense – folhapatoense@gmail.com 

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