Início Locais Movimento Comunitário de Patos exige UTI’s e respiradores para Patos

Movimento Comunitário de Patos exige UTI’s e respiradores para Patos

A UAC – União das Associações Comunitárias de Patos e Região, como também a UMAC – União das Associações Comunitárias Rurais e Urbanas de Patos, em conjunto com todas as Associações Comunitárias Rurais e Urbanas filiadas, exigem do governo do Estado da Paraíba, João Azevedo e do Secretário de Saúde do Estado, Geraldo Medeiros, a instalação das UTI’s e respiradores no Hospital Regional de Patos, para atender aos pacientes com suspeitas do Coronavirus em Patos e na região.

Zé Ilton, presidente UAC

Para o presidente da UAC, José Ilton Oliveira, até o momento a população só tomou conhecimento das promessas, mas na prática nada de se concretizar o que foi anunciado por parte do governo do Estado, como também de alguns deputados que são da base de apoio na Assembleia Legislativa.” Precisamos de uma solução imediata para que tenhamos no município uma estrutura para atender aos pacientes com suspeitas do Coronavirus”, disse o líder comunitário.

Roberto Lima – presidente da UMAC

Já o presidente da UMAC, Roberto Lima, criticou essa postura do governo do Estado no tocante a demora na instalação dessas UTI’s e respiradores em Patos.” Essa política de concentrar tudo em João Pessoa e Campina Grande, como se fossem as únicas cidades da Paraíba, tem trazido enormes prejuízos para Patos e todo o sertão, pois dizem o tempo todo que é a capital do sertão, mas quando é para atender ao povo passa a ser a última”, disse o dirigente comunitário.

A UAC e UMAC estarão enviando um ofício ao Governo do Estado solicitando agilidade na instalação das UTI’s e respiradores, como também cobram uma postura mais firme dos deputados que foram votados em Patos, do gestor municipal e da Câmara Municipal, para que seja resolvida essa situação.

Patos tem aumentando o número de infectados com o Coronavirus e com a ameaça da abertura integral do comércio na próxima segunda-feira no Município, o número de casos podem aumentar, como aconteceu na cidade de Blumenau em Santa Catarina, dizem os dirigentes comunitários.
UAC/UMAC

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