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Cinco meses da morte de Seu Antônio e a família diz que hospital de Patos ainda não deu qualquer resposta em relação ao sumiço de sua aliança de ouro

O comerciante Antônio Joaquim da Silva, conhecido morador da Rua Nelson Rodrigues, no Bairro Santo Antônio, de 98 anos, faleceu na manhã da segunda-feira, 08/06, vítima da Covid-19, no Complexo Hospitalar Patoense, onde estava internado desde o dia 02 de junho.

Com 98 anos, seu Antônio era lúcido, e quando deu entrada no hospital estava com uma aliança de ouro 18, uma aliança de fidelidade e um anel, objetos que ele muito prezava.

Na época em que ele faleceu a família procurou a imprensa para denunciar que a aliança de ouro 18 que ele portava não foi devolvida e que um Boletim de Ocorrência foi registrado junto à Delegacia de Polícia Civil.  Ele estava prestes a fazer 76 anos de casado com a Maria Ana Pereira da Silva, e prezava muito por esses objetos, não tirava nunca a aliança do dedo.  “Fui no hospital para pegar a declaração de óbito e os pertences dele na manhã em que ele faleceu e a assistente social me entregou a aliança de fidelidade e o anel, e no mesmo momento eu questionei que estava faltando a aliança, e fui orientada a procurar a ouvidoria. No mesmo instante fiz a denúncia na ouvidoria e  fui informada que por conta da pandemia a resposta do desaparecimento da aliança iria demorar alguns dias. Até hoje espero a resposta da ouvidoria e até agora nada, isso é um desrespeito tanto para o senhor Antônio Joaquim como para a família dele e nós já registramos Boletim de Ocorrência junto à Delegacia de Polícia Civil em Patos”, disse na época a senhora Vandinês Leite Araújo, nora senhor Antônio Joaquim.

No dia 16 de junho o hospital informou que uma sindicância seria aberta para apurar o caso. Veja aqui: Hospital vai abrir sindicância para apurar sumiço de aliança de idoso em Patos.

Neste domingo, 08/11, cinco meses depois da morte do senhor Antônio, a família disse que continua sem uma resposta por parte do hospital e que tal sindicância até agora não resultou em nada. “Hoje faz cinco meses da morte do meu sogro e até hoje esperamos a resposta da direção do hospital, disse Vandinês.

Folha Patoense – folhapatoense@gmail.com

 

 

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