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Infectologista diz que vacinas são seguras e orienta que mesmo após imunização, protocolos contra Covid-19 devem ser seguidos

A aprovação das vacinas CoronaVac e Astrazenaca pelo Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o uso emergencial em todo território nacional plantou no coração dos brasileiros a esperança para o fim da pandemia. Porém, algumas pessoas ainda têm receio de receber o imunizante, que combate a ação do coronavírus, responsável pela covid-19.

A Diretora Corporativa de Infectologia do Sistema Hapvida, a médica infectologista Silvia Fonseca, destaca que as vacinas são a melhor forma de prevenir uma série de infecções que no passado matavam muitas pessoas, principalmente as crianças. “As vacinas são seguras, principalmente as que já foram validadas pela Anvisa”, esclarece.

Contudo, ela reforça que mesmo que o indivíduo já tenha recebido uma ou até duas doses de vacina contra a covid-19, não deve deixar de cumprir as etiquetas respiratórias e seguir as orientações de prevenção ao coronavírus. Segundo especialistas, a pandemia só estará controlada quando mais de 70% da população estiver imunizada. Por isso, as pessoas vacinadas não devem deixar de usar a máscara, já que para combater a covid-19 faz-se necessário o uso da máscara, higienização das mãos e as vacinas. “Até que todo mundo esteja imunizado a máscara ainda vai ser muito importante, não deixe de usar!”, reforça.

Para receber a vacina é preciso estar em boas condições de saúde, sem apresentar febre, se recuperando de doença grave ou outras situações. Mas, é no posto de vacinação que as orientações e avaliações são feitas. A médica sugere que a população de cada fase deve buscar seguir as instruções ao chegar ao posto de saúde.

Primeira Fase – Silvia Fonseca ressalta que para as pessoas se vacinarem devem seguir as instruções do Ministério da Saúde porque as novas vacinas fazem parte do Programa Nacional de Imunização. Inicialmente receberão as doses da vacina contra covid-19 os profissionais de saúde que estão na linha de frente e os idosos que estão morando em asilos ou situações de risco, além de indígenas e quilombolas. Depois serão vacinadas as pessoas menos idosas e com outros problemas de saúde.

A vacina – A CoronaVac, que está sendo utilizada no Brasil, foi desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e será produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo. O uso emergencial da vacina foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no dia 17 de janeiro. A agência também aprovou o uso emergencial da vacina de Oxford.

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Assessoria

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