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Zé Trovão diz que Zambelli e Bolsonaro pedirão habeas corpus a seu favor

Bolsonarista Marcos Antonio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, é suspeito de promover a incitação de atos violentos contra o Congresso Nacional e o STF por meio das redes sociais (Imagem: reprodução/redes sociais)

O caminhoneiro bolsonarista Marcos Antonio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e a deputada federal Carla Zambelli (PSL) apresentarão na terça-feira (14) um habeas corpus pedindo o fim do inquérito em que ele é investigado.

“Estou aguardando, ontem a deputada Carla Zambelli juntamente com o presidente da República fizeram pedido de habeas corpus sobre a minha situação e na terça-feira apresentarão um novo habeas corpus pedindo o fim dos inquéritos aos quais estou sendo investigado”, afirmou Zé Trovão em entrevista ao programa Balanço Geral, da TV Record.

Segundo ele, a decisão do primeiro habeas corpus pode sair ainda hoje. “O resultado desse habeas corpus vai decidir todos os passos que tomarei daqui para frente”.

Zé Trovão teve a prisão solicitada pela PGR (Procuradoria-Geral da República) e determinada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes na última sexta-feira (3). Ele é suspeito de promover a incitação de atos violentos contra o Congresso Nacional e o STF por meio das redes sociais e teria descumprido ordens cautelares determinadas anteriormente por Moraes.

O caminhoneiro está no México e agora diz que aguardará a decisão da justiça sobre o habeas corpus antes de deixar o país —ontem, Zé Trovão publicou vídeo dizendo que se entregaria às autoridades. No mesmo dia, seu advogado Levi de Andrade informou ao UOL que entrou com “vários” habeas corpus no Supremo para tentar evitar a prisão, sem sucesso.

Ao Balanço Geral, Zé Trovão disse que está “tudo muito tranquilo” e que ele ainda não foi procurado pela Polícia Federal ou autoridades mexicanas.

Ele também anunciou, por volta das 13h50, o fim da paralisação por caminhoneiros após dois dias de reunião em Brasília com o presidente Bolsonaro. Ele diz que a paralisação será interrompida, mas que o grupo aguarda o cumprimento “rigoroso” do acordo com o governo federal “que se trata da minha liberdade, da liberdade de todos os presos políticos e a liberdade de expressão”.

“Podemos retomar a ação imediatamente se for necessário, junto com o agronegócio e o povo brasileiro”, afirmou Zé Trovão em entrevista ao Balanço Geral.

UOL

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