Em 2011, quando da queda do ditador Kadhafi, na Líbia, vi através da internet uns vídeos da captura dele. Os métodos empregados pelos rebeldes quando o pegaram, era de fazer dó! O tratamento lhe dado é impressionante! Há uma euforia incontrolável! É como se todo ódio aplicado por ele ao seu povo, ao longo dos 40 anos de poder, tivesse se voltado contra sua pessoa naquele momento. Isso, no meu entender, não é nada mais nada menos, que os frutos colhidos de sua imperialidade que, por se achar imbatível ou, talvez, “Deus do Mundo”, tenha tratado as pessoas como se elas não representassem nada diante de seu poder! Mas, como podemos constatar nos vídeos, as marcas que o tipificaram, como: Arrogância, Prepotência, Tirania, Poder, Imperialismo, ruíram-se, diante do ódio do seu próprio povo que, após capturá-lo, o trataram com muita violência, o tornando impotente ao ponto de ele suplicar piedade, pondo a mão direita no rosto e a olhando ensanguentada, do sangue que banhava o seu rosto. Diante do momento frágil em que se encontrava, caiu em desespero, porém, tardiamente, já que naquele momento, só existia ódio nas almas daquelas pessoas que, com certeza, aprenderam a se investirem do mesmo modo do qual ele os tratou, quando se achava o “dono do povo”!
Senhores (as), o que foi mostrado nesse episódio, jamais se imaginaria acontecer, contudo, ao longo da história já tivemos muitos outros exemplos de queda de Ditadores. De forma que, nada na vida é eterno e soberano, o poder é efêmero, só quem é onipotente e soberano é DEUS! Por isso, não queiram imitar nem seguir os maus exemplos deixados por esses tiranos ditadores!
Busquemos, portanto, entender que o amanhã é obscuro, e não vale a pena: perseguir, maltratar ou descriminar os outros irmãos, uma vez que, na obscuridade do amanhã, nós podemos ser partes de um invólucro similar.
Pensem, nisso!
Patos-PB, 18/12/2022
Anchieta Guerra






