Por mais de 4.300 dias, as salas e os corredores de um hospital de Uberaba, no Triângulo Mineiro, foram tudo o que Maria Nicole Fernandes da Silva conheceu como lar. Aos 12 anos, a menina pôde, enfim, voltar para casa, que deixou quando tinha apenas sete meses de vida, após ser diagnosticada com Atrofia Muscular Espinhal (AME).
Na manhã de quinta-feira (26), o corredor principal do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM) foi tomado por profissionais que, entre lágrimas e sorrisos, celebraram a despedida de Maria Nicole.
A mais emocionada, sem dúvida, era Shirlene Fernandes, mãe de Maria Nicole, que esperou esse dia por anos.






