Não têm direito ao voto, mas, pela lealdade, pelo afeto, pela sensibilidade e pelo amor que proporcionam, passaram a ter representantes na política.
O vereador patoense Rafael Policial (União Brasil), que também representa a ONG Adota Patos, aceitou o desafio e através de convênio entre a ONG Adota Patos e Prefeitura Municipal de Emas, participou nesta segunda-feira (1º de setembro) de uma acirrada operação de captura de cães de ruas e consequentemente já autorizou um verdadeiro mutirão de castração no município (que fica cerca de 60 km de Patos).
A ação contou com o recolhimento de animais em situação de abandono ou de rua, e a captura tem o objetivo conter a proliferação descontrolada da espécie e, ao mesmo tempo, contribuir para a saúde pública local.
Defensor da causa animal, Rafael tem ampliado o debate na cidade de Patos, levando à Tribuna da Câmara Municipal projetos voltados à proteção e ao bem-estar dos animais, diante do número excessivo de cães e gatos abandonados no município. Ele disse que mais convênios acontecerão em outros municípios da macrorregião patoense e garantiu que o Adota Patos está preparado para atender a demanda.
Segundo o parlamentar, novas iniciativas estão sendo elaboradas para tentar amenizar os impactos desse problema na vida da população e oferecer melhores condições de cuidado aos animais. Esse convênio com a prefeitura de Emas mostra não apenas a intolerância e o esforço do parlamentar e autoridades da cidade, mas sim o compromisso do Adota Patos reverenciando sua atuação de forma arrojada na luta contra a evasão, e a desumanidade com os animais.
“Mais do que uma ação do Adota Patos, é um gesto de amor”. Segundo ainda o parlamentar o intuito de um projeto como esse executado em Emas e que é sempre levado a efeito no município de Patos, em que pese todo tipo de dificuldade, é “dar vez e voz a quem não sabe raciocinar e nem tampouco falar”.
Segundo Rafael, não apenas políticas públicas representam clemência para esses animais ociosos por causa da infutilidade administrativa, mas sim a consciência de todos. Para ele esses atos de cuidados com animais abandonados têm que começar, por exemplo, nas escolas com orientação para que os alunos e até as crianças cuidem bem dos animais e assim no futuro evitar a crueldade e o desamparo.
Assessoria – RP






