A mãe do menino autista de 11 anos, que teria sido morto asfixiado pelo próprio pai, contou que deixou pronto tudo o que o filho precisaria durante o período em que ficaria com o pai e que pediu para que o homem a avisasse caso a criança apresentasse algum sinal de irritação enquanto eles estivessem juntos. A afirmação foi feita em entrevista à TV Cabo Branco, na manhã desta segunda-feira (3), durante o enterro do menino, no Cemitério do Cristo Redentor, em João Pessoa.
Davi Piazza Pinto, pai do menino Arthur Davi Velasquez, e principal suspeito do crime, viajou de Santa Catarina para a Paraíba e entrou em contato com Aline dizendo que queria ajudar nos cuidados com o filho e levá-lo para passar um tempo com ele em Florianópolis. Davi manteve contato com ela e pediu para se encontrar com o menino, o que aconteceu no bairro de Manaíra, Zona Leste da capital paraibana.






