Dois anos após a prisão de Antônio Ais e Fabrícia Farias, sócios da empresa de criptoativos Braiscompany, o casal segue em prisão domiciliar na Argentina sem previsão de extradição para o Brasil. Os dois já foram condenados pela Justiça a penas de até 88 anos de prisão por crimes contra o sistema financeiro, após uma investigação da Polícia Federal que apontou desvio de R$ 1,11 bilhão de cerca de 20 mil clientes.
A prisão do “casal Braiscompany” aconteceu em 29 de fevereiro de 2024. Depois da Operação Halving, deflagrada em fevereiro de 2023 para combater os crimes atribuídos à atuação da Braiscompany, Antônio Neto e Fabrícia Farias passaram mais de um ano foragidos e foram encontrados em um condomínio de luxo na Argentina. Desde então, o casal segue em solo argentino, em prisão domiciliar.
A extradição de Antônio AIs e Fabrícia Farias da Argentina para o Brasil já foi autorizada. De acordo com a Justiça Federal da Paraíba, a decisão que autorizou a extradição do casal foi proferida em 26 de novembro pelo Tribunal Nacional Criminal e Correcional Federal da Argentina. O tribunal argentino também registrou que período de detenção de Antonio Neto Ais deverá ser computado no processo brasileiro.
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