A aposentada Josefa Maria da Silva, 54 anos, natural de Juru-PB vem vivenciando um drama em família por causa da perda de um filho para a violência.
Leonardo Pereira de Carvalho, conhecido por “Guenga”, que tinha 17 anos, sumiu de casa de repente e a família se mobilizou a sua procura, sem sucesso. Porém, pessoas que passavam na localidade conhecida por “sítio Baeta”, zona rural do município, conseguiram encontrar o corpo já em adiantado estado de decomposição, exatamente no dia 4 de setembro do ano em curso.
De acordo com o agricultor Cláudio José do Nascimento (casado com a tia do jovem) ele foi assassinado a tiros por pessoas até o momento não identificadas pela polícia.
Cláudio admitiu que Guenga era envolvido no submundo do crime e ultimamente vinha “se misturando com quem não presta”. Disse também que era usuário de droga e cometia pequenos delitos, como por exemplo, furtos na cidade.
O drama todo dessa história é que o corpo foi trazido por peritos ao NUMOL de Patos, exatamente no dia que foi encontrado e até a presente data não foi devolvido a família para providenciar o sepultamento.
Segundo ainda o esposo da tia da vítima a resposta que recebe sempre que liga para o NUMOL é que tem que haver pressão por parte da família, pois o corpo só pode ser liberado depois da confirmação de DNA.
O material foi colhido entre vítima e mãe para realização do exame, porém desde que foi enviado a João Pessoa, no mês de setembro, há exatamente quase três meses, a família espera por uma resposta para que os restos mortais sejam devolvidos a família para realização do sepultamento do jovem.
O espaço está garantido no portal ao direito de resposta da direção do NUMOL-Patos






