Parte da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) — Foto: Divulgação/UFPB

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) divulgou uma nova forma de ingresso nos cursos de graduação da instituição, a partir do Processo Seletivo Específico (PSE). Em janeiro deste ano, a universidade também lançou o Processo Seletivo Próprio (PSP) para a ocupação de vagas não preenchidas pelos sistemas de seleção tradicionais.

As vagas serão destinadas a pessoas trans, refugiados, portadores de visto humanitário (PSRH), servidores públicos ou terceirizados da UFPB, pessoas com 50 anos ou mais, egressos da EJA ou do Encceja, vencedores de olimpíadas do conhecimento e estudantes com bolsa atleta.

Qual a diferença entre os processos?

O PSE é voltado especificamente às vagas residuais, que surgem ao longo da realização das disciplinas, caso os estudantes abandonem ou cancelem a matrícula. No caso do PSP, a seleção ocorre a partir das vagas não preenchidas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e pelo Processo Seletivo de Conhecimento Específico para cursos de música (PSCE).

Com a mudança, as vagas residuais passarão a ser ocupadas a partir dos seguintes processos seletivos:

  • Reopção de curso (PSRC);
  • Transferência voluntária (PSTV);
  • Ingresso de graduado (PSIG);
  • Processo Seletivo Específico (PSE).

Quando os processos passam a valer

De acordo com a UFPB, o Processo Seletivo Específico (PSE) passa a valer a partir do ano de 2027, mediante solicitação à Pró-Reitoria de Graduação (PRG). Já o Processo Seletivo Próprio (PSP) deve acontecer ainda no segundo semestre deste ano.

G1 PB