Sonny Rollins (Foto: NYCultureBeat/Wikimedia Commons/Reprodução/JC)

O saxofonista norte-americano Sonny Rollins, um dos nomes mais influentes da história do jazz, morreu nesta segunda-feira, aos 95 anos, em sua casa em Nova York. A informação foi confirmada por sua agente, Terri Hinte, e divulgada nas redes sociais do músico. Conhecido como o “Colosso do Saxofone”, Rollins construiu uma carreira de mais de seis décadas marcada pela inovação, pela técnica apurada e pela capacidade de reinventar a linguagem do jazz moderno.

Nascido Theodore Walter Rollins, em 7 de setembro de 1930, no bairro do Harlem, em Nova York, o músico foi um dos últimos grandes representantes vivos da era bebop. Ao longo da trajetória, tornou-se referência pela habilidade de improvisação e pela busca constante por novas sonoridades, influenciando gerações de instrumentistas dentro e fora do jazz.

Rollins trabalhou ao lado de nomes centrais da música do século XX, como Miles Davis, Dizzy Gillespie, Charlie Parker, John Coltrane, Thelonious Monk e Art Blakey. O apelido de “Colosso do Saxofone” surgiu após o lançamento do álbum Saxophone Colossus, considerado um marco do jazz moderno.

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