O jornalista Carlos Henrique Esquivel Bastos morreu nesta terça-feira (21), aos 91 anos, em Porto Alegre. Com quase sete décadas de atuação, ele foi uma das referências na cobertura da política do Rio Grande do Sul e do Brasil.
A informação foi confirmada pelo hospital Moinhos de Vento, que relatou que Bastos faleceu às 14h desta terça devido a complicações cardíacas e renais. Ele estava internado desde o dia 11 de julho.
Nascido em 25 de julho de 1934, em Passo Fundo, Bastos era filho de pai brasileiro e mãe argentina. Começou a carreira em 1955, no jornal “O Clarin”, em Porto Alegre. Ao longo da trajetória, trabalhou em jornais, emissoras de rádio e de televisão.
Carlos Bastos deixa a esposa, Ana Maria Lopes de Almeida Bastos, quatro filhos e quatro netos. Informações sobre velório e sepultamento não foram divulgadas.
Na área política, o jornalista cobriu campanhas presidenciais, governos estaduais e crises institucionais. Acompanhou a Campanha da Legalidade, em 1961, dentro do Palácio Piratini, e conviveu com figuras centrais da política, como Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola.
Bastos atuou como chefe de reportagem do jornal Zero Hora e da Rádio e TV Gaúcha, onde dirigiu os setores de jornalismo e esporte, incluindo o Jornal do Almoço. Ele também participou do lançamento do Jornal Nacional, em 1969.
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